10 de fevereiro de 2010

Foreign Coyote

Coyote: Doctor, I have fuck problem.
Doctor: Hi Coyote, what sup?
Coyote: He starts again...shit...everywhere..(!)
Doctor: I'm sorry Coyote, where are you form?
Coyote: Brazil, but what about you Doctor?
Doctor: South Africa
Coyote: Very nice, I think you can't help me one more time
Doctor: But I've never saw you, how can you tell me something like that?
Coyote: Well, every doctors needs help and they never can help us. They just leave us crezier.
Doctor: (Funny Brazilian guy)..
Coyote: Doctor, I fucked myself but I didn't want to do it. What can you tell me?
Doctor: (!) Damn. Get out guy. I can't help you.
Coyote: Ohh! Gosh...I need to go back. Doctor, see you never and....Fuck off son of the bitch...
Doctor: o0

Grande Sampa

Da-lhe São Paulo cidade bela a mais grande do Brasil
Tem de tudo; muita coisa de potencia nacional
Salve Salve; Oh! São Paulo de mui Marajás
Com braços abertos pra receber povo que nunca se viu
Salve Salve; Oh! São PPaulo terra do nosso Brasil

Muitas pistas e asfalto para o seu chão recobrir
Muitas pontes e túneis para as terras colidir
Rico li e pobre lá pois não podem misturar
Mas coisa normal são todos o ar sujo respirar

Quando chove; Eh! Maravilha água não tem para onde ir
Tanto lixo e concreto a tendência é explodir
E primeiro foi no morro quando a encosta desceu
Foi criança, foi famílias que os seus bens perdeu

E depois veio a parte baixa rico e pobre a misturar
Pedro não quis nem saber decidiu foi arrasar
Mandou agua e mais agua muito carro arrastou
Muita gente, muita casa Grande Pedro alagou

Mas hoje o sol brilhou e São Paulo bem sorriu
Só não sabe do problema que lhe causa aquele rio
Riu também, mas riu sozinho e ando rindo assim
Por que moro na velha Bahia e aqui sim é o meu ninho.

3 de fevereiro de 2010

27 de janeiro de 2010

Coyote Madruga...

Coyote: Doutor, me perdoe...eu sei que eu mandei você tomar no c*, tu sabes, não é? Da ultima vez, mas me perdoe.
Doutor: Boa noite Coyote. O que o traz aqui?
Coyote: Veja bem, hoje eu não tomei nada. Até tive vontade, sabe? Cheguei perto, mas acabei desistindo. Mas olhe, eu tenho a impressão de estar sendo observado. "Controlado sem controle, entende, não é?"
Doutor: Olhe só Coyote. O que você tem feito ultimamente?
Coyote: Doutor - que porra é essa -, não me responda uma pergunta com outra. Mas respondendo-lhe esta ultima. Só tenho esperado.
Doutor: Não seja tão prolixo.
Coyote: Tenho esperado que as coisas melhorem. E não sendo mais tão confuso. Espero por melhores dias. Espero perder o tipo de comportamento padronizado que adquiri nessa ultima temporada. Sinto saudades de coisas que não sei que são. Sei, mas quando penso que sei, não sei mais. Mutações objetivas imaterias analíticas, consegue entender?
Doutor: ...Mas que tipo de comportamento é este.
Coyote: (!) Coça a cabeça.
Doutor: Haaaa! Mas qual o motivo da ausência de resposta Coyote?
Coyote: Ora. Por que você já a conhece. Não tenho motivo pra responder uma pergunta que o Doutor já sabe a resposta.
Coyote: (!!!)
Coyote: Doutor, hoje estou até bem calmo, mas como sempre você não me ajuda. Só não entendo por que sempre volto aqui.
Doutor: Obrigado, volte a hora e sempre que quiser...
Coyote: Esse doutor está cada dia mais estranho....

26 de janeiro de 2010

Modelos

As vezes sim às vezes não!

25 de janeiro de 2010

Escolhas....

"De uma só vez eu fiz
Algo mudar minha vida
Pra ser como eu sempre quis ser
Eu reguei uma semente
Que vingou e eu simplesmente
Não quis mais olhar pra trás
Reaprender como se faz
O velho caiu, o novo homem nasceu

[...]

[E] no meu sonho eu vi
A gente no futuro
Confirmando o que era puro
Enfim, tive o que ninguém deu pra mim
Bom demais pra acreditar
Eu acordei n'outro lugar
Tão diferente do lugar que eu vim

[...]

[E] no cinema mudo
É um olhar
Pra eu dizer tudo
Em um minuto
Eu posso te ensinar
O que nunca aprendeu [do] bem ou [do] mal"

Rod - olfo - ox!

24 de janeiro de 2010

Trova segunda

A alvorada vai caindo..
E por aqui vou eu também
Me arrumo e vou saindo
Pra espairecer meu bem

O tédio aqui a noite consome
Eu sumo também, sem rumo sem nome
Mas vamos que vamos amigos
Caiamos noite a fora sem notar os sentidos

Quem sabe aquele bar
Ou aquela padaria
Não consigo e quero estar
Ao lado das marias

Mas tarde volto aqui
Pra ver o que é que deu
Pena, muita pena que o amanhã
Se perdeu.

23 de janeiro de 2010

Trova primeira

A realidade imatura
às vezes clara às vezes escura
Não me deixa praticar
As velhas artes e travessuras

Me chamam de maníaco
Indecente ou coisa assim
Mas vivo mundo afora
Viajando por aí

Se vou andando certo
No jeito que as coisas são
Deixo de ser esperto
E seguro tua mão

Aí fico seguro
Sensível, artreiro
Parado em meu escuro
Solidão! Erma

Beira a loucura

9 de janeiro de 2010

Coyote Doi ski!

Coyote: Doutor eu tomei todas e acordei num lugar estranho
Doutor: Bom dia Coyote!
Coyote: Não me venha com essa conversa Doutor
Doutor: Tudo bem. Mas o que você precisa?
Coyote: Olha só, minha mãe disse que preciso de alguém que me compreenda, só por que eu vivo fora dos padrões - Os padrões que se fodam Doutor. Coff Coff.
Doutor: Calma Coyote, está tudo bem.
Coyote: Mas veja bem, eu só vivo dando botes por ai...as presas sentem aquela adrenalina sabe...É só aparecer e correr atrás, mas parece mais um desespero Doutor, não quero assim. Eu quero almoçar em casa todos os dias. Apesar de o rango não ser lá estas coisas. Entende?
Doutor: Mas, como?
Coyote: O rango, as vezes, vem salgado de mais. As vezes, a bebida, com muito álcool. E isso me irrita, sabia?!
Doutor: Ora, Coyote. São apenas detalhes.
Coyote: Violência e miséria são, também, detalhes dos países. Moralismo e censura são as armas do inimigo, Doutor. - Coyote prossegue -, Veja bem Doutor. Não volto mais aqui. Quero que vá pra puta que o pariu. Você também não entende. Então, vou continuar caçando por aí. Passar bem!
Doutor: (!)...